A empresa média fecha o mês entre o dia dez e o dia vinte do mês seguinte. Isso significa que, no momento em que a diretoria discute o resultado de março, abril já acabou e maio está pela metade. As decisões tomadas nessa reunião corrigem um problema que já produziu sessenta dias de efeito — e o número que as embasa foi fechado por alguém que não participa da decisão.
Contabilidade e controladoria resolvem perguntas diferentes. A primeira responde ao Estado, com regra fixa e prazo legal. A segunda responde ao dono: qual obra dá margem, qual cliente custa caro, quanto de caixa existe daqui a treze semanas no cenário ruim. Confundir as duas é comum e sai caro, porque o balanço societário nunca foi projetado para orientar decisão de curto prazo.
Assumimos essa segunda função com a mesma disciplina de reporte das demais frentes. E há um efeito colateral que interessa aos dois lados: quem tem o número recente enxerga a oportunidade antes de ela virar urgência — o que é, no fim, o nosso serviço inteiro descrito em uma frase.
Uma ferramenta simples separa quem dorme de quem não dorme: o fluxo de treze semanas. Não é projeção de orçamento, é caixa semana a semana, com o que já está contratado. Ele mostra o aperto com dois meses de antecedência, que é exatamente o tempo necessário para resolvê-lo sem tomar a pior linha de crédito disponível.
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Fontes oficiais, no ponto exato — o artigo de lei, o serviço ou a consulta que você pode usar hoje. Nenhuma substitui a análise do caso concreto, que é o nosso trabalho.
Diga em duas linhas o que precisa resolver. Um gerente de conta responde pessoalmente, em horário comercial, e a conversa começa por onde faz diferença.