Há uma assimetria estrutural na mesa de uma venda: de um lado, um empresário vivendo aquilo pela primeira vez; do outro, um comprador com equipe dedicada, modelo pronto e dezenas de operações no histórico. Essa diferença de repertório, e não o desempenho da empresa, costuma explicar boa parte do deságio final.
O que reduz o deságio é preparo, e preparo tem prazo: contingência trabalhista mapeada e provisionada, contrato de cliente sem cláusula que morre na troca de controle, estrutura societária limpa, números que resistem a diligência sem improviso. Cada pendência encontrada pelo comprador vira desconto ou retenção — e ele encontra, porque é o trabalho dele encontrar.
Preparamos a empresa, conduzimos a operação do valuation à negociação e mantemos a discrição que o assunto exige, porque vazamento de intenção de venda mexe com equipe, cliente e fornecedor na mesma semana. Vale igual para quem compra: o mesmo rigor, do outro lado da mesa.
Vale saber o que o comprador olha primeiro, e quase sempre nesta ordem: concentração de clientes, dependência do fundador, passivo trabalhista e contratos com cláusula de mudança de controle. Cada um desses pontos tem tratamento que leva de seis a dezoito meses. Por isso preparação não é etapa da venda — é o que precede a decisão de vender.
Retainer de preparação e êxito sobre o valor da operação.
Fontes oficiais, no ponto exato — o artigo de lei, o serviço ou a consulta que você pode usar hoje. Nenhuma substitui a análise do caso concreto, que é o nosso trabalho.
Diga em duas linhas o que precisa resolver. Um gerente de conta responde pessoalmente, em horário comercial, e a conversa começa por onde faz diferença.