Quando a mercadoria chega ao porto, o custo já está definido há semanas: pela classificação fiscal escolhida, pelo regime aduaneiro aplicado, pela estrutura da operação e pelo momento em que o câmbio foi travado. O que acontece depois é apenas a confirmação aritmética de decisões tomadas por quem talvez não soubesse que estava decidindo.
Um mesmo produto admite, com frequência, mais de uma classificação defensável — e a diferença de alíquota entre elas paga o estudo várias vezes. Some a isso os regimes que suspendem tributo em insumo destinado à exportação, a redução para bens sem similar nacional e o diferimento estadual na entrada, e o desenho da operação passa a valer mais que a negociação do preço com o fornecedor lá fora.
Fazemos a revisão da classificação com parecer, escolhemos o regime, estruturamos a operação e organizamos o câmbio com proteção — reduzindo custo e risco na mesma decisão. Vale especialmente para quem compra aço, equipamento e insumo pesado, e para quem opera no eixo portuário catarinense.
Um exemplo do tamanho da diferença: o regime de drawback suspende os tributos sobre o insumo importado que será industrializado e exportado. Para quem exporta parte da produção, isso reduz o custo do insumo de forma estrutural. É um regime antigo, público e subutilizado — em geral por empresas que exportam pouco e concluíram, sem calcular, que 'não vale a pena'.
Fee por operação e êxito sobre a redução de custo comprovada, medida entre o desembolso projetado na classificação original e o efetivamente realizado. A conta é feita por embarque, com a declaração de importação de cada um ao lado — o documento que o próprio fisco vai usar se quiser conferir.
Fontes oficiais, no ponto exato — o artigo de lei, o serviço ou a consulta que você pode usar hoje. Nenhuma substitui a análise do caso concreto, que é o nosso trabalho.
Diga em duas linhas o que precisa resolver. Um gerente de conta responde pessoalmente, em horário comercial, e a conversa começa por onde faz diferença.