Existe uma categoria de patrimônio que aparece no balanço e não aparece no banco: carteira de lotes pulverizada, medição de obra a receber, crédito judicial já transitado, precatório na fila. Tudo isso tem preço de mercado — e o preço varia menos com a qualidade do ativo do que com o preparo de quem vende.
A diferença entre uma cessão bem feita e uma cessão apressada mora em duas coisas: documentação organizada do jeito que o comprador exige, e mais de uma contraparte na mesa. Quem chega com a pasta pronta e três interessados recebe uma proposta; quem chega com urgência recebe uma cotação.
Vale dizer com clareza: em alguns casos o capital do grupo pode ser o comprador. Quando isso acontece, o cliente sabe por escrito, antes de qualquer negociação, com laudo independente e o direito expresso de levar o ativo a mercado para testar o preço. É o oposto do arranjo comum, em que quem estrutura a operação também compra o ativo e ninguém comenta. Conflito declarado, com saída garantida, deixa de ser conflito — vira apenas mais uma proposta na mesa, que pode perder como qualquer outra.
Precatório tem uma particularidade que muda a conta: em vários estados ele pode ser usado para quitar dívida tributária própria, por valor de face, em vez de ser vendido com deságio no mercado. Quem tem passivo estadual e crédito na fila está, às vezes, sentado nos dois lados da mesma equação sem ter feito a subtração.
Fee de estruturação e êxito sobre o valor antecipado ou monetizado, líquido do deságio. Quando o capital do grupo é o comprador do ativo, o cliente sabe por escrito antes da negociação, com laudo independente e o direito expresso de levar o ativo a mercado — e o nosso êxito é o mesmo, compre quem comprar.
Fontes oficiais, no ponto exato — o artigo de lei, o serviço ou a consulta que você pode usar hoje. Nenhuma substitui a análise do caso concreto, que é o nosso trabalho.
Diga em duas linhas o que precisa resolver. Um gerente de conta responde pessoalmente, em horário comercial, e a conversa começa por onde faz diferença.